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Diretor do CIESP-SBC diz que momento é para refletirmos a importância das empresas no desenvolvimento das cidades

Nota publicada na coluna da Mônica Bergamo, no jornal Folha de São Paulo revelou números preocupantes. Segundo a nota: “A arrecadação de ICMS caiu 25% até meados de janeiro em São Bernardo do Campo, cidade onde estão instaladas algumas das principais montadoras do país, como Volkswagen, Ford, Scania, Mercedes-Benz e Toyota (a GM tem fábrica na vizinha São Caetano). Depois do susto, quase pânico, os números registraram melhora. A perspectiva é de que a queda, no mês, seja de 13%.” Ainda segundo Mônica Bergamo “O prefeito Luiz Marinho (PT-SP), de São Bernardo, que já ordenou contingenciamento de 10% no orçamento, vê como uma das possibilidades de negociação para a manutenção do emprego a diminuição do ICMS para as montadoras. A iniciativa teria que partir de governos estaduais e “os prefeitos teriam que apoiar a iniciativa, pois perderiam receita”, diz. Caso a crise se agrave, ele acha que o diálogo se torna possível.”

Para Mauro Miaguti, Diretor Titular do Ciesp de São Bernardo do Campo, a situação é preocupante pois “sabemos da importância que as empresas possuem no desenvolvimento econômico e social de uma região.”

Segundo ele, mais preocupante é saber que o impacto que isto traz é diretamente proporcional ao aumento de violência e de problemas sociais.

“Quando uma empresa vai mal, o nível de emprego cai, a arrecadação dos impostos diminui e os problemas surgem. Esta é uma boa hora de refletirmos a importância que uma empresa representa e valorizarmos os empreendedores que colocam seu capital em risco para desenvolver uma cidade. Sou a favor de qualquer ação que diminua o impacto desta crise, sendo louvável a sugestão do Prefeito Marinho. Espero que outros prefeitos e o governo do estado acatem, mas para isto acontecer, acho fundamental um pacto entre governo, trabalhadores e empregadores…”


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